-- I --
É
preciso AUSCULTAR a sua lide
E toda essa labuta pueril
Para notar a presença da VERDADE
E para tanto não importa o ardil
E toda essa labuta pueril
Para notar a presença da VERDADE
E para tanto não importa o ardil
--
II --
Pois o semblante do céu
Em certas obras que observo
Ganha cores muito OPACAS
E as fêmeas são todas polacas
Acompanhando a LETARGIA do tempo
--
III --
Nessa assembleia tão bizarra
a paz eterna ganha seu assento
cuja amarra se desprende facilmente
A jornada que surge em um ROMPANTE
É repleta de intensa maravilha
E a filha mais bem feita desse sonho
Não repara nas mãos ESTENDIDAS
que PERMEIAM a calçada.
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